[A salvação pela graça, mediante a fé (cf. Ef 2.8), dispensa provas e sinais. Porque com os olhos humanos vemos muito pouco, e só os olhos da fé nos permitem ver o invisível e esperar o inexplicável (cf. Hb 11.1).]

João 20.24-29:

Tomé pertencia ao grupo dos doze discípulos mais próximos de Jesus. Seus amigos o tratavam por Dídimo, que significa “gêmeo”, muito embora não se tenha notícias do paradeiro desse seu suposto irmão ou irmã.

Os outros discípulos lhe trouxeram uma inesperada notícia: Vimos o Senhor, ele esteve aqui no domingo da Páscoa, pena que você não estava.

Mas Tomé era do tipo que não se contentava com palavras, ele queria provas: Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei.

Passados oito dias desse acontecimento, justamente no domingo seguinte, os discípulos se reuniram novamente no cenáculo, aquele mesmo no qual haviam celebrado a última ceia com Jesus. Só que desta vez Tomé estava com eles.

Estando as portas trancadas, sem que se explique como, veio Jesus, pôs-se em pé no meio e disse-lhes: Paz seja convosco!

E logo, voltando-se para Tomé, disse: Põe aqui o dedo e vê as minhas mãos; chega também a mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente.

Então Tomé proferiu a sua mais sublime profissão de fé: Senhor meu e Deus meu!

A isso Jesus respondeu:

Porque me viste, creste? Pois eu lhe afirmo que muito mais felizes são os que não viram e creram.

Luiz Carlos Ramos é pastor titular na Igreja Metodista de Pirassununga. Conheça mais sobre seu ministério em www.luizcarlosramos.net
Revdo. Luiz Carlos Ramos